domingo, 6 de janeiro de 2013

Europa 2020: crescimento ‘inteligente, sustentável e inclusivo’ conta com avanço de renováveis

Matriz energética com 20% de geração limpa e 10% de biocombustível em transportes será realidade ao final da década, diz Comissão Europeia 

  
http://www.bioethanolcarburant.com/index.php/bioethanolcarburant

Apesar da grave crise econômica que aflige boa parte da Europa há quatro anos, a meta fixada para reduzir a produção de energia com combustíveis fósseis até o final da década deve ser cumprida. É o que diz a Comissão Europeia em seu último comunicado de 2012 (COM 271). 

Em 2007, a União Europeia estabeleceu que até 2020 fontes renováveis respondam por 20% da matriz elétrica e 10% do consumo no setor de transportes. 

“Energias renováveis reforçam nossa segurança energética, favorecendo a competitividade, o crescimento econômico e oportunidades de exportação, ao mesmo tempo em que permitem reduzir as emissões de gases de efeito estufa”, destaca o COM 271/2012.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Energia térmica dos mares: pesquisa avança e abre caminho para construção de usina de 100 MW

Impacto ambiental, obstáculo maior para desenvolvimento da tecnologia, pode ser minimizado, diz estudo pioneiro 

 
http://fr.dcnsgroup.com/wp-content/uploads/2010/10/59711.pdf 

A conversão de energia térmica dos mares (OTEC, na sigla em inglês) é uma das formas de se gerar eletricidade a partir de águas marinhas. 

O princípio da OTEC baseia-se na diferença de temperatura da água na superfície (~25oC) e nas profundezas (1 km abaixo do nível do mar), que é de cerca de 5oC. Graças a este fenômeno natural, típico de mares e oceanos tropicais, é possível produzir continuamente energia elétrica. 

Segundo um estudo recente da empresa americana Makai Ocean Engineering, o impacto da OTEC sobre a fauna e flora marinhas – até então a maior barreira para a disseminação da tecnologia – poderia ser reduzido a níveis “aceitáveis”.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Política ambiental deve priorizar ‘saúde ecossistêmica’, defende idealizador do Projeto Manuelzão

Para Apolo Lisboa, mobilização pela ‘volta do peixe’ abre caminho para tratamento de esgotos e saneamento das cidades 

Apolo Lisboa (de amarelo) e outros participantes do Projeto Manuelzão, no Rio das Velhas, na altura do município de Santo Hipólito (MG), em agosto de 2010
http://www.slideshare.net/agbpeixevivo/projeto-manuelzao-polignano


Apolo Lisboa é um dos idealizadores e fundadores do Projeto Manuelzão (homenagem ao vaqueiro Manuel Nardi, imortalizado em “Grandes Sertões: Veredas”, de Guimarães Rosa), que busca a revitalização completa da bacia do rio das Velhas, o maior afluente do São Francisco.

O projeto é pautado por uma visão integral de saúde, meio ambiente e cidadania; nasceu como atividade de extensão da Faculdade de Medicina da UFMG, onde Lisboa é professor.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Matriz energética brasileira será ainda mais limpa nos próximos dez anos

Eólica, biomassa e hidráulica não convencional devem representar juntas 20% da capacidade instalada total em 2021 

http://old.avenirclimat.info/feed/tag/t%C3%A9l%C3%A9chargement/atom

De acordo com o Plano Decenal 2021, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), geradores eólicos, termelétricas a biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCH) devem avançar 68% sua participação na matriz elétrica nacional em 2021, em relação ao que representavam em 2011: 11,8%.

Atualmente, o setor elétrico brasileiro emite 8 vezes menos gases poluentes que o americano, 5 vezes menos que o europeu e 12 vezes menos que o da China. É o que menos gera emissões de CO2 entre os países industrializados e deve se tornar ainda mais limpo, segundo as projeções da EPE.