Nos últimos quatro anos de guerra na Ucrânia, União Europeia ampliou drasticamente seus gastos militares, mas avançou pouco na transição energética
Desde o início do conflito militar em solo europeu, há 4 anos e meio, os países do bloco reduziram consideravelmente o consumo de gás e petróleo da Rússia, reorganizaram suas cadeias de abastecimento e passaram a tratar a segurança energética como uma questão de soberania nacional.
A guerra demonstrou que, quando há vontade política, a União Europeia é capaz de mobilizar, em poucos meses, recursos financeiros, capacidade industrial e instrumentos regulatórios de uma magnitude raramente observada. Então, por que essa mesma urgência não é evocada para cumprir suas próprias metas climáticas?


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