Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas reconhece como direito fundamental o acesso a um meio ambiente seguro, limpo, saudável e sustentável
Mulher da tribo Ianomâmi extrai de uma árvore casca medicinal.
FOTO: William Milliken
A emenda proposta pelo governo brasileiro ao Conselho da ONU
visando flexibilizar a proteção e a sustentabilidade ambiental foi rechaçada na
sessão que aprovou, no último dia 8, a declaração de um novo direito humano, que
vai de encontro à urgência climática planetária.
Sob tutela militar oficiosa, altamente influenciada pelo negacionismo climático e a pretexto de uma “soberania nacional”, a missão brasileira tentou incluir na resolução da ONU uma cláusula que daria autonomia “a cada Estado sobre seus recursos naturais”.
