Nos cinemas de Roma desde
7 de maio, obra une ficção científica, drama psicológico e crítica ética do
capitalismo contemporâneo
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Aparentando uma “fábula”, como anuncia o subtítulo, o filme
traz uma reflexão profundamente atual: como a ciência pode se tornar mercadoria
e a longevidade extrema um privilégio para poucos.
Sob direção da estreante Lucia Calamaro, a obra é ambientada na Antártida, mas não por uma escolha meramente estética. O gelo é o símbolo central da narrativa; são microrganismos encapsulados em cilindros extraídos do permafrost que dão origem a uma fantástica descoberta científica.
