‘Parem de cavar nossas próprias covas, salvem nosso futuro!’, conclama o secretário-geral da ONU aos chefes de Estado, na abertura da 26ª Conferência das Partes em Glasgow
Efusivo, o dirigente
máximo da Organização das Nações Unidas, Antonio Guterres, fez um apelo na inauguração
da COP26, para que “parem de brutalizar a biodiversidade, de queimar [nossas
florestas], de extrair cada vez mais [do que a natureza pode repor]”. O tom certo
para o momento de urgência climática que vivemos.
Enquanto isso, o representante do país que abriga o maior bioma tropical do planeta, ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, anuncia uma meta de redução de emissões “mais ambiciosa” para 2030, com vistas à neutralidade de carbono em 2050. “Promessa vazia”, reagem os especialistas.
