sexta-feira, 15 de março de 2013

Bioarquitetura: alemães criam edifício autossuficiente em energia alimentado por algas

‘Envoltória verde’ permite atenuar o calor do sol e ao mesmo tempo gerar eletricidade 

Fachadas “bioadaptativas” compostas por microalgas produzirão energia para o edifício Biarritz ou BIQ
http://www.splitterwerk.at/database/main.php?mode=album&album=2013__The_Algae_Tower&dispsize=512&startsite=1

Coordenado pela Splitterwerk Architects, da Alemanha, o “Biarritz” (BIQ) é um projeto inovador e único no mundo. Um edifício energeticamente autossustentável, que utiliza algas como fonte de energia. 

As fachadas do prédio são cobertas por persianas “bioadaptativas” onde são confinadas milhões de microalgas que diminuem a temperatura interior e fornecem energia a partir da luz solar.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Carvão mineral: alternativa energética para o Brasil?

Combustível responsável por quase metade da produção mundial de eletricidade, responde por menos de 2% de nossa matriz elétrica 

http://ambientalsustentavel.org/2012/carvao-na-encruzilhada-um-insumo-mineral-sujo-e-poluente/

De cada 100 kWh gerados no planeta, 42 kWh provém de termelétricas alimentadas por carvão mineral. Mantido o atual ritmo de exploração desse minério, suas reservas podem durar mais 126 anos. 

Até 2017, o carvão mineral deve se tornar a principal fonte de energia no mundo, diz a Agência Internacional de Energia. Mesmo assim, o impacto ambiental desse combustível o faz centro de uma polêmica sobre o aumento de sua exploração no Brasil, como revela a matéria de capa da Ciência Hoje deste mês.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Eletricidade renovável no mundo: uma década de crescimento consistente

Produção global de energia elétrica com fontes limpas cresceu 55,4%, de 2001 a 2011 
 
http://vertlascience.fr/?page_id=125

A geração de energia com fontes renováveis representou 20,2% da matriz elétrica planetária em 2011. Combustíveis fósseis responderam por 67,9%, energia nuclear 11,7% e combustão de dejetos não renováveis 0,2%. 

Embora a eletricidade de origem renovável tenha avançado pouco (0,4 ponto percentual) entre 2010 e 2011, o crescimento anual médio nos onze anos anteriores foi substancial: 4,5%. No mesmo período, a produção de energia elétrica de origem fóssil cresceu 4,1%, a geração convencional (hidráulica) 3,1% e a nuclear - 0,3%.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Produção de eletricidade: um bom indicador de desenvolvimento?

Fator essencial ao progresso de um país, quantidade de eletricidade por habitante revela discrepâncias regionais do nível de vida

Produção elétrica por habitante e por região em 2011 (kWh/hab.) Adaptado de http://www.energies-renouvelables.org/observ-er/html/inventaire/pdf/14e-inventaire-Chap01-Fr.pdf


A energia elétrica é fundamental para o desenvolvimento de qualquer país e sua importância cresce com o avanço tecnológico, o processo de industrialização e as necessidades de conforto das pessoas. O aumento de sua produção significa melhoria da qualidade de vida e maior criação de riquezas.

Assim, a quantidade de eletricidade produzida por habitante pode ser um parâmetro adequado para medir diferenças de desenvolvimento entre as diversas regiões do planeta. No entanto, este índice nem sempre reflete o nível de vida, como mostra o 14º inventário da produção elétrica mundial com fontes renováveis, publicado recentemente pela Observ’ER (Edição 2012).