Projeção mais otimista prevê 77% da oferta global, mas pior hipótese estima que fontes renováveis podem crescer menos de 2% em relação à participação atual
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Segundo o mais novo relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), a ser divulgado brevemente, para que o cenário energético mais favorável à saúde do planeta se realize daqui a 40 anos, são necessárias políticas públicas consistentes para aumentar o uso de energias renováveis, em detrimento dos combustíveis fósseis.
O cenário ideal desenhado pelo IPCC para 2050 significa aumentar em seis vezes a atual participação das energias renováveis. Entretanto, no pior panorama as fontes de energia limpa atenderiam a 15% da demanda mundial, ante os 13% atuais.
Por outro lado, a maioria das projeções indica que neste período a participação de renováveis na matriz energética mundial deverá superar outras fontes de baixa emissão de CO2, como a nuclear e termelétricas a carvão dotadas de sistemas de captura e sequestro de carbono (CCS, na sigla em inglês).


