quarta-feira, 28 de julho de 2010

'So happy together' – amar pode dar certo?

"Durante toda minha vida me acostumei a esconder minhas emoções." De Antoine Doinel (Jean-Pierre Léaud) para Sabine Barnérias (Dorothée), no filme O amor em fuga (1979), de F. Truffaut.


Não pode haver medo na busca da felicidade. O medo é uma reação instintiva de autoproteção, que gera uma resposta em prol de nossa sobrevivência. Mas não precisamos ter medo, como defesa preventiva de um eventual percalço afetivo. Até saímos feridos de algumas paixões mal resolvidas, de alguns desamores, mas sempre sobrevivemos. Mesmo se por um instante achamos ser impossível viver sem a pessoa que tomamos por objeto de nosso desejo ou amor. Porque no fundo não somos nada mais do que o reflexo de quem amamos.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Cientistas defendem em manifesto uso legal da maconha

Grupo de renomados neurocientistas que atuam no país escrevem carta pública para defender uso da Cannabis sativa para fins medicinais e "recreativos"

Um dos autores da carta - publicada ontem na Folha de S. Paulo - Stevens Rehen, é um dos pioneiros na pesquisa com células tronco no Brasil e participa da atual gestão da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC). Outros dois que assinam a carta também fazem parte da diretoria da SBNeC: Sidarta Ribeiro e Cecília Hedin-Pereira.

A matéria da Folha errou ao afirmar que a carta expressava a posição da SBNeC, sociedade que congrega quase três mil especialistas. Sua diretoria se apressou em assinalar o equívoco, em post de hoje no blog da SBNeC.

domingo, 27 de junho de 2010

A alucinante trajetória da Jabulani, o carrinho e o gol

A bola oficial da Copa da África do Sul, a Jabulani – “celebrar” em dialeto zulu –, criada e fabricada pela Adidas, não é a principal responsável pela baixa quantidade de gols do certame. Seus inventores provavelmente não imaginaram que a dificuldade que ela traria para os goleiros seria compensada pela dificuldade dos atacantes em chutá-la, daqueles que tem a incumbência de mandá-la para dentro das redes.

Pelo menos é o que temos visto nesta Copa, uma quantidade enorme de chutes fora do alvo. Testes da Nasa comprovaram: acima dos 73 km por hora a trajetória da Jabulani torna-se “imprevisível”, eu diria “alucinante”.